Está sempre a falar e, na maioria das vezes, nem o ouço...

.Há pouco tempo...

. Estupidez ao rubro

. À espera

. Desconcentrada

. Vale a pena ler

. Mais uma vez

. Uma pequena visita

. Tempo demais

. A montanha ganhará pernas

. Quando menos eu esperava....

. 120 anos

.O que já foi dito...

Sábado, 8 de Maio de 2010

Estupidez ao rubro

Estou cansada… Não aprendo com o passado ou, simplesmente, não tenho solução. Dizem-me que isto também lhes acontece. Que somos assim.

Bem, estou cansada de nada dar certo; de sonhar; de ficar à espera; de me desiludir. Estou cansada de tudo. Só me apetece esconder, fugir disto tudo e esperar que alguma coisa mude: eu ou tudo o resto.

Sou uma palerma! Sempre a arrastar-me pelos cantos. Sempre a curar as minhas próprias feridas e a tentar memorizar onde estão os obstáculos. Sempre sem sucesso; sempre a cair nos mesmos buracos; sempre a esbarrar nas mesmas paredes. Não passo disto.

Apetece-me mandar tudo dar uma pequena volta. Deixem-me em paz! Deixem-me ficar sozinha, chateada comigo e com todos! Deixem-me quieta no meu canto!

Por que razão mexem comigo?! Eu não presto para nada! Nem para conversar sirvo!

Hoje estou: Burra e revoltada!!!
Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

À espera

Se eu tivesse uma rede que me amparasse a queda e se ninguém soubesse desse insucesso, tudo seria mais fácil. Deixaria de ter dúvidas. Poderia estar melhor do que agora. Poderia estar pior. Mas, pelo menos, saberia. Que medo é este que me impede de andar?!

Ouvindo: Estou Além - António Variações

Desconcentrada

Estou a tentar concentrar-me na leitura de um artigo mas não consigo. Não sei o que me deu hoje… Talvez saiba…

Um sonho é capaz de mudar a forma como nos sentimos. É capaz de me deixar ainda mais frustada, mais ansiosa. E, depois, na busca de alguma coisa que me acalme, basta umas palavras escritas para a esperança voltar a crescer. Como a nossa mente consegue ser, ridículamente, manipulada! O mais estúpido nisto tudo é o facto de eu estar consciente desta manipulação!

 

Hoje estou: assim...
Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Vale a pena ler

http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=7&exmenuid=0&bl=1&cid=1305&viewall=true#Go_1

Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Mais uma vez

Não é a primeira vez que faço isto. Estou cansada de não aproveitar os momentos e de andar atrás deles depois de já terem passado. Como posso andar sempre cheia de medo?! Não vivo. Não aproveito. E não sou, plenamente, feliz. Sou uma palerma! Mas uma palerma racional, porque se não o fosse, seria surpreendida mais vezes e não me doeriam as costas do peso da desilusão que carrego de tempos em tempos.

Não sei como não pensar. Já pensei em não pensar. É difícil. Sou assim!

Se o problema fosse só este, até aguentaria. Mas, para ajudar à festa, há ainda a mania que tenho de idealizar as pessoas. Essa pessoa que só conheci por uns momentos e que não despertou em mim nenhum outro sentimento para além da simpatia e da amizade, tem-me deixado, impaciente, à espera da resposta aos e-mails. Tudo porque, agora que está longe e que não posso ver os seus defeitos, posso fazer dela a imagem que eu quero. Posso prever o que “a pessoa idealizada” me vai responder. E depois, claro, a resposta vem diferente e eu sinto-me mais pequena.

Para não fugir à regra, acrescento outro problema, que talvez seja o pior de todos. Não sou capaz de enfrentar as pessoas nos olhos. Medo de reprovação. Medo do “NÃO”! Se o fizesse, seria mais fácil compreender o que realmente os outros estão a sentir e não estaria agora a tentar ler as entrelinhas dos e-mails que recebo nem a descodificar atitudes e frases que, quem sabe, estão a ser manipuladas pelo meu subconsciente sempre que me lembro delas.

Eu consigo explicar tudo isto: o facto de me sentir sozinha faz com que tente encontrar numa pessoa que me deu atenção (do meu ponto de vista, uma atenção especial) a pessoal ideal. Claro que o que idealizo não sai igual ao original e lá vem a desilusão seguida do esclarecimento que acabei de escrever na frase anterior. Mas, quando a ilusão começa a passar (e passa rapidamente), a tristeza vem, porque fiz mais uma vez a mesma coisa: criei um deus e, de repente, tornei-me agnóstica!

 

Foi um post bem confuso para recomeçar a escrita no blogue. Se alguém entende e é igual a mim, que diga! Preciso de não me sentir sozinha!

 

 

Hoje estou: Impaciente!!!
Ouvindo: sem vontade para ouvir...
Sábado, 5 de Abril de 2008

Uma pequena visita

http://ajudafabio.blogspot.com/
Domingo, 17 de Fevereiro de 2008

Tempo demais

Passei muito tempo sem o ouvir... Admito que sou uma preguiçosa! Mas vamos lá pôr a escrita em dia! Primeira coisa a referir: ninguém foi à montanha e a montanha não só não se moveu como também vai ficar bem quietinha. É verdade. Mas a esperança não esmorece! Segunda coisa (e talvez aquela que mais se destaca nestas semanas de ausência): estou a aprender a tocar violino! Ainda só tive cinco aulas mas vou ter um teste já daqui a duas semanas! E eu que não toco a solo há anos... Acho que vou tremer tanto que vou tocar com vibrato!
À medida que vou escrevendo, reparo que até tenho algumas novidades como, por exemplo, a que no próximo mês terei de apresentar o ano probatório. Mais uma estreia: a minha primeira apresentação em Inglês! E tinha de ser importante... Depois vou ter umas pequenas férias merecidas. Estou ansiosa para conhecer os Açores! Quanto ao resto do ano, nada está definido. Apenas sei que será um ano de muito trabalho (pelo menos esse é o meu objectivo).
Finalmente, lá conseguimos fazer uma página na internet sobre a nossa orquestra (http://orquestraguitarras.com.sapo.pt/). É visível a necessidade de melhorar algumas coisas, mas já começa a tomar forma. Valeu a pena a tarde de Sábado passada a olhar para alguém a clicar em botões, aparentemente, sem nexo. Acho que agora vem a parte mais difícil (para mim): aprender a trabalhar com o programa e manter a página sem fazer asneira! Vai ser bonito... mas acho que consigo.
Vou terminar este post dizendo que estou a meio da realização de um sonho! Mais tarde conto-o!
Hoje estou: de volta!
Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

A montanha ganhará pernas

Já há muito se diz : "Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé!". Tenho de começar a pensar no que é preciso para ter tudo pronto quando chegar a hora. A montanha vai levantar vôo!

Ouvindo: Rise up - Yves Larock
Domingo, 18 de Novembro de 2007

Quando menos eu esperava...

Muitas vezes me disseram: "- Quando menos esperares, as coisas acontecem". Sempre pensei que era só para me acalmarem e para não me deixarem perder a esperança. Mas o certo é que tinham razão! Quando a esperança já estava perdida, o assunto esquecido e quando já estava a reprogramar o futuro mais próximo, eis que tenho uma surpresa: ELE VEM CÁ!

Há duas lições que posso tirar do que aconteceu: a primeira é que ter bom comportamento compensa; a segunda é que quando menos esperamos, as coisas, realmente, acontecem!

Hoje estou: muito feliz e a sonhar!
Ouvindo: Le ngoma - Nina
Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

120 anos

Estava do prefácio do novo livro. Do nada surgiu-me uma ideia para escrever. No Domingo, reparei num cartaz que anunciava a comemoração, no dia 23 deste mês, dos 120 anos do nascimento do Padre Américo. É hoje!

O Padre Américo foi o fundador da Casa do Gaiato. Já falei sobre isto anteriormente e peço, a quem estiver interessado, o favor de ler o post nesta ligação http://oqueelemedisse.blogs.sapo.pt/1358.html . Desta vez, prefiro dizer que tive uma agradável surpresa quando falei com um gaiato e que saí da Casa com uma vontade enorme de fazer alguma coisa mais proveitosa, não só para ajudar os outros mas, principalmente, para dar um sentido mais definido à minha vida. Tenho quase a certeza que nunca serei capaz de largar o que tenho aqui, por muito insatisfeita que esteja, para partir numa missão para países menos favorecidos. Custa-me muito admitir isto, pois a minha vontade neste momento é experienciar essa aventura. Contudo, deixar esta vida para trás significa: não dar utilidade ao curso que os meus pais me ajudaram a tirar (sentir-me-ia sempre em falta); deixar um trabalho começado há dois anos que sinto como meu e abdicar do conforto do meu lar e de todas as facilidades que disponho. Acho que também é egoísmo, mas sinto que tenho tantas obrigações morais que me prendem a esta terra que nunca conseguirei levar até ao fim esta ideia! Mas não desespero! Por cá, há também muitos locais onde posso satisfazer a minha necessidade de ter alguma utilidade!

Hoje estou: com esperança!

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